chega

30 08 2009

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jeca tatu

25 07 2009

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há muito virtual no humano pra ser atualizado
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colibri

28 05 2009

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me asombra la manera de parar en el aire, de los colibris.

¿has parado a mirarlos?

cinco puntas perfectas

y centellean también

colibri

una carambola partida

con cola de pez

algo de pavo real

V           E           L           O           Z

E           L           O

L            U           Z

él y yo

el flanar de mis piés y

el fincar que cuesta

entonces frente al asombro, la salida: mirarlo mientras…

ponerme al lado

r   e   c   o   n   o   c   e   r        e   s   p   a   c   i   o   s        y

novamente mirarlo

mientras…

NO HACE FALTA DAR LAS GRACIAS

hace falta mirarlo

como me mira él

sin gafas

parado en el aire

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fazendo monografia…

23 05 2009

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mono(grrrrr...)grafia

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fotografista

26 04 2009

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hai kai do_____________________________

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manhã de sol.

beija-flor pára no ar

e desaparece.

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vão do cimento.

cai do bico uma semente

questão de tempo.

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somente galhos.

som de folhas secas

cobrindo o chão.

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pé no chao quente.

salta, corre, pula

sombra à frente.

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mosaicos twitter

11 04 2009

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mosaicos feitos com os “following”s do twitter. montados por cores (vermelho, verde, amarelo e azul), mudam constantemente, conforme os usuários twitam ou trocam as configuraçoes do profile.

atualizações dos mosaicos em tijeras implacables

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emo róida I e II

1 04 2009

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hiperHAI KAItexto de gutemberg | registros do cotidiano duplo sem gelo

(d.google)

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eu escuto passar um helicoptero, escuto passar dois helicopteros. continuo trabalhando e ignoro a possibilidade de assalto to to
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chegou uma velha escrota aqui, daquelas que que exercer o direitoda terceira idade.

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“As idéias não precisam ser separadas nunca mais (…) Assim eu defino o termo hipertexto, simplesmente como escritas associadas não-seqüenciais, conexões possíveis de se seguir, oportunidades de leitura em diferentes direções”.

Ted Nelson

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tijeras implacables

19 03 2009

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con las tijeras implacables

se faz colagem, comida, corte de cabelo e poema

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entendendo o twitter

10 03 2009

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e o fotografista chegou

potemkin.

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hai kais

9 12 2008

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uma série de BASHÔs visuais

montagem atonal

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imagens | Renata Gomes
hai kai | Bashô
música | Camilo Carrara

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tribo digital | projeto curumim

30 11 2008

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curumim.wordpress.com

o projeto Tribo Digital foi realizado com a criançada do Programa Curumim do SESC Pompéia, por Denise Pereira, Leticia Kamada e Pipo Pegoraro.

cd curumim

uma geração digital que se apropria de um espaço para ´brincar´ com conteúdos sonoros.

partindo de uma sensibilização musical, as crianças de 7 a 12 anos do Programa Curumim do SESC Pompéia encontraram diferentes formas de perceber, criar, interpretar e gravar sons | samplers, ambiências, ruídos e músicas |

utilizamos softwares livres para captação, manipulação e finalização das cantigas, histórias e brincadeiras encontradas nesse álbum.

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todo o material produzido nas aulas é LIVRE e está disponível para baixar no site:

curumim.wordpress.com

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o projeto aconteceu na sala de Internet Livre do sesc Pompéia.

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efeito kuleshov

27 11 2008

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resultado de experimentos do cineasta russo Lev Kuleshov com sua justaposição de planos, criando uma nova significação inexistente nos planos isolados.

a+b=c

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kuleshov I

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kuleshov II

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oficina | GAME CULTURA

16 11 2008

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GIF animations generator gifup.com
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anime seu personagem

oficina realizada no GAME_Cultura | SESC Pompéia

construção de personagem | criaçao de cenário sonoro | com softwares livres | transformados em cards para jogar.

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tutorial da oficina em:
http://gamecultura.org/blog/16-12-08/oficina-anime-seu-personagem
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trilha de bolso

2 10 2008

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se estiver ouvindo música, não desligue
se estiver com fones de ouvido, não tire
num lugar barulhento, permaneça
e o silêncio também trilha

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cut up | trilha de bolso
a trilha é o que estiver no seu bolso, se quiser contar qual foi (deixando um comentário) será incrível! ouça a playlist com as trilhas experimentadas em: blip.fm

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Resumo
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Hoje, com a popularização de dispositivos portáteis de armazenamento de som, as pessoas ouvem música o tempo todo pela grande São Paulo. Com isso modificando a percepção do real e criando novas realidades. A proposta desse vídeo sem som (sem trilha), é que as pessoas assistam escutando a música que estiver na hora em seu “mp3 player”. Com isso, cada um terá uma experiência distinta. Criando uma arte participativa pela parte do expectador e também dando parte da autoria para quem vê, pois cada pessoa verá uma obra diferente.
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Palavras chave: Vídeo | Interação | Cut ups
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Cut ups . método de escrita hipertextual, questiona o conceito de autoria.

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Efeito Kuleshov . resultado de experimentos do cineasta russo Lev Kuleshov “com sua justaposição de planos, criando uma nova significação inexistente nos planos isolados.”

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cut ups | William Burroughs
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filme-ensaio | Dziga Vertov
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Introdução
O projeto “Trilha de Bolso” tem como objetivo experimentar a relação entre a imagem e o som através da técnica de Cut-ups desenvolvida por William Burroughs e a portabilidade dos dispositivos sonoros.

O vídeo composto por uma colagem de imagens sem uma narrativa seria somado ao som que o expectador estivesse ouvindo em seu dispositivo portátil de som. Com isso se criaria um terceiro elemento, e cada pessoa assistiria uma obra diferente. Uma vez que o vídeo sempre será o mesmo, porém a música ouvida será diferente e criará algo parecido com o “Efeito Kuleshov”, porém ao invés da justaposição de planos, será a soma da imagem com cada som.

As imagens desse cut-up foram inteiramente baixadas da internet, são de domínio público e foram editadas com 3 cenas da “Trilogia Das Cores”, de Krzysztof Kieslowski. Por quê essa trilogia?

Porque nessa trilogia, que pode ser vista como um ensaio, o cineasta polonês trás sua visão pessoal com relação aos processos da unificação européia (econômica e política), à solidão e ao tempo – dialogando com as imagens escolhidas para o “Trilha De Bolso”. Mas, principalmente porque utiliza a trilha sonora como personagem, como parte da história, o que expande as possibilidades de articulação: “ela torna-se, ao mesmo tempo, sujeito e meio ou, como diz Michel Chion, heroína e utilitária”. Nessa trilogia, com o inseparável Zbigniew Preisner.

Por quê essas imagens? Buscamos imagens que nos remetem automaticamente ao som que delas emanam, que produzem sons conhecidos, sons que imaginamos intuitivamente ao ver a imagem.

Com a internet e as novas mídias, as formas de convivência entre as linguagens imagética e sonora tem sido debatida e experimentada, por diversos artistas, estudiosos e diferentes pontos de vista. Ainda poucas conclusões efetivas e difundidas.

Devido à internet, o formato “.mp3″ (entre outros como .ogg, .wav, etc.) se difundiu pelo mundo todo, e com a disseminação de tocadores de mp3, as pessoas carregam a música para onde vão. Com isso criando uma nova experiência com o real.

A idéia do vídeo “Trilha De Bolso” é criar uma obra audiovisual onde o sentido só se completa com a participação do público ouvindo seu tocador de música. Através da interação pela internet, o expectador pode também alimentar uma rádio virtual (uma playlist) na Blip.fm (conceito similar ao do twitter).

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Justificativa
A relação imagem e som já estava presente no cinema mudo quando músicos ou orquestras inteiras acompanhavam musicalmente as produções cinematográficas e não apresentavam uma preocupação que relacionasse o conteúdo musical ao conteúdo narrativo. Em cada sala de cinema o mesmo filme recebia uma trilha diferente, pois os artistas escolhiam as composições a serem tocadas na hora.

Ao discutir a Linguagens dos Sons no seu livro “O Cinema Ou O Homem Imaginário”, Edgar Morin assinala que na maioria das vezes a música significa a imagem e a imagem significa a música, remetendo a “uma espécie de concurso de inteligência”. Logo, considera que a trilha musical seja inerente ao cinema, “como que seu banho alimentício”.

“Wochenende” (1930) de Walter Ruttman não possui imagens, alimentando a criação de imagens a partir de sons que foi repetido em 1993 na produção “Blue” de Derek Jarman. “O Baile” (1983), de Ettore Scola mostra imagens de tal forma que a musica é a Linha Narrativa do filme.

Com o advento do formato videoclipe, uma nova relação entre e imagem e som se tornou possível, uma vez em que a imagem apenas dá suporte ao som. Arlindo Machado afirma que houve uma ruptura entre a barreira do imagético e do sonoro, não havendo mais uma música fora do clipe que possa ser ouvida independentemente dele. leticiakamada

Destaque para o trabalho de Golley & Creme no vídeo “Mondo Vídeo” (1986) onde a trilha foi criada junto com o videoclipe, não havendo dissociação da imagem e do som. No trabalho “Vermelho Sangue”, de Luiz Duva, a variação na sucessão das imagens gerava intensidades de violência e afeto, se ultlizando do “Efeito Kuleshov”. Havia ainda uma sobreposição das imagens. A cena projetada era a mesma, assim como a situação apresentada em cada tela. Os cortes e fusões realizados eram sincrônicos, mas pareciam diferentes, carregando temporalidades de movimentos distintos.

De acordo com Eduardo Mendes, “se houver um pensamento articulado entre os fenômenos imagéticos e sonoros haverá uma maior capacidade da transmissão de informações, o que nenhum dos dois elementos conseguiria separadamente”. Priscila Arantes em “processos de hibridação”.

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Problemática
A trilha sonora de uma produção audiovisual é 50% da obra, no mínimo. Quem nunca assistiu TV, filme, clipe, vídeo sem som? no “mute”? e teve outra apreensão das imagens?

Criar uma obra participativa onde a + b = c.
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a = imagem
b = som (interação do expectador)
c = ? = terceiro elemento

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a+b=c

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Referências Bibliográficas
. O Ouvido Pensante . Schafer, Murray
. O Som E O Sentido . Wisnik, José Miguel
. A Forma Do Filme . Eisenstein, Sergei
. La Musique Au Cinèma . Michel Chion
. Arte E Mídia . Arantes, Priscila
. O Cinema Ou O Homem Imaginário . Morin, Edgar
. Síndrome De Realidade . Bambozzi, Lucas
. Pré-Cinemas & Pós-Cinemas . Machado, Arlindo
. O Filme-Ensaio . Machado, Arlindo
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Internet
http://pt.wikipedia.org
http://www.tativille.com
http://www.ufscar.br/rua/site/?p=122 (a música em kieslowski)
http://www.arthuromar.com.br
http://www.museuvirtual.com.br/arthuromar
http://www.tonyberchmans.com.br
http://www.museuvirtual.com.br/arthuromar
http://www.intermidias.com
http://ohomemquesabiademasiado.blogspot.com
http://www.pucsp.br/pos/cos/rism
http://www.lazaruscorporation.co.uk/v4/cutup/ (máquina de cut up online)
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cut ups sonoros

8 09 2008

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ensaio sonoro realizado com textos de Luciana Gerbovic

foto Luanda Casella

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ouça as séries no link do podcast abaixo:

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murcia mezcla | SOS4.8

12 03 2008

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remix horta criaçao arte sensação sucitar

alguém desejo prolongamento renovação educar transmitir

conhecimento cultivar espírito

instruir-se cultivar-se alimentar fornecer social assunto

econômico conversa cultura nutrir sustentar

sustentabilidade colaboração

fome oculta morte criança vizinho

farinha múltipla selecionar tostar moer

desenvolvimento sub


horta_girassol.jpg
…………………………………….

trata-se de uma ação realizada através da produção e distribuição da farinha múltiplatecnologia social difundida como complemento alimentar no combate à fome no brasil.

através dessa “ação primitiva” | horta comunitária | selecionar + tostar + moer | desenvolve-se uma política social de combate à fome em suas múltiplas manifestações – a fome oculta vivida pelos contingentes populacionais que dispõem de alimentação abundante porém composta de “alimento oco”, que satisfaz o desejo de comer, mas efetivamente não nutre | “você tem fome de quê?” (arnaldo antunes)

consequências do “desenvolvimento” humano? economia? indústria farmacêutica? ou da transformação cultural que se faz necessária?

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“o acesso à alimentação suficiente para uma vida saudável é um direito a ser assegurado a todo cidadão”

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FICHA TÉCNICA

ação | happening performático de dimensões variáveis | coletivo JESUS Silva s/a | andré drokan e leticia kamada | 2008.

saquinho.jpg

o projeto na íntegra está disponível em:

www.murciamezcla.wordpress.com

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prensa 24h

9 03 2008

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JESUS Silva s/a dá início à suas atividades de gráfica impressa.

“O autor defunto produzirá muito nos 50 anos que se encontrará morto? Então qual a lógica dessa proteção? Não seria a imposição da indústria cultural? Que tipo de incentivo à criação que tal aberração visa manter? A quem interessa tamanho enrijecimento das leis de copyright? Não seria um incentivo maior à indústria fonográfica e editorial?” (sérgio amadeu)

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.gilquanta1.jpg gilberto-gil-the-very-best-of-gilberto-gil-the-soul-of-brazil.jpg gilbertogil.jpg gil_refestanca.jpg gil_nightingale.jpg tom_ze_06.jpg tom_ze_01.jpg tom_ze_02.jpg tom_ze_03.jpg tom_ze_05.jpg tom_ze_041.jpg

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www.scottmccloud.com
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salvar como | FESTIVAL DO MINUTO

20 02 2008
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Outro Vídeo realizado para o Festival do Minuto, seguindo o mesmo tema do mês de janeiro: dúvida.
Um novo conceito em namoro offline.
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